Olá maltinha, espero que esteja tudo a correr bem por aí e que a vossa sorte ande melhor do que a minha andou nos últimos meses. Abri este tópico porque ontem à noite tive uma daquelas noites milagrosas que só acontecem uma vez na vida e consegui sacar um prémio substancial de cerca de 2.000€ numa slot da Solverde. O meu grande problema começou agora porque estou cheia de medo de transferir este guito todo diretamente para a minha conta do banco e acabar com uma cartinha das Finanças à porta a pedir justificações. Estive a pesquisar na net e dizem coisas completamente contraditórias sobre a obrigatoriedade de declarar estes valores no IRS do próximo ano. Alguém que já tenha passado por isto com valores mais altos me sabe dizer como é que a coisa funciona na realidade prática por cá?
Partilhem as vossas experiências, por favor! ![]()
Muitos parabéns pelo prémio, isso é uma descarga de adrenalina brutal! Olha, podes respirar totalmente descansada porque nos casinos que têm licença do SRIJ em Portugal, como é o caso da Solverde, os prémios já são taxados diretamente na fonte. Ou seja, esse dinheiro já entra limpo na tua conta bancária. Não precisas de declarar absolutamente nada no teu IRS. ![]()
Pois é, nos licenciados a única coisa que te roubam é o RTP das slots que anda pelas ruas da amargura, mas pelo menos as Finanças não te chateiam a cabeça!
Enjoy o guito!
@ruimm sério? Que alívio enorme que me estás a dar agora, já estava a imaginar o meu rico dinheirinho a voar metade para o Estado!
@EvaSilva sim, podes ter a certeza absoluta disso porque a lei do jogo online cá protege o jogador nesse aspeto, sendo as próprias operadoras a pagar as taxas devidas ao Estado antes de nos darem o prémio. O cenário só muda de figura se começares a falar de plataformas estrangeiras que não têm licença em Portugal, porque aí entras num vazio legal cinzento e os bancos começam logo a morder os calcanhares. Se tentares mandar um valor desses vindo de um casino de Curaçau para a Caixa Geral de Depósitos ou para o Millennium, garanto-te que eles congelam-te a transferência em três tempos para averiguações. Por isso, como jogaste na Solverde, podes mandar avançar esse levantamento sem qualquer tipo de stress na cabeça. ![]()
Olá @EvaSilva ,
Não tens que declarar nada às Finanças, pois como disse e muito bem o @ruimm , os casinos legalizados em Portugal, como é o caso da Solverde, são responsáveis pelo pagamento do imposto sobre as receitas das apostas.
Pois, a Solverde é pacífica, mas a questão complica-se quando jogamos naquelas casas de fora que não têm licença nenhuma cá em Portugal. Há muita malta que prefere arriscar lá por causa do RTP ser muito mais alto e os bónus não terem tantas regras absurdas, mas depois vivem sempre com o coração nas mãos na hora de puxar o dinheiro. Eu próprio ando a namorar um casino de Curaçau mas tenho um cagaço tremendo de mandar o guito para o Millennium e ficar com a conta congelada. Alguém costuma jogar por fora e tem tido problemas reais com transferências bancárias ultimamente? ![]()
Olha, @tvrix88 , vou dar-te a minha honesta perspetiva de quem anda nisto há anos. No mês passado saquei uns quinhentos euros limpos num desses casinos internacionais e, como tinha medo dos alertas automáticos do meu banco, usei a tática antiga de fracionar o levantamento. Pedi cem euros por dia ao longo de uma semana inteira diretamente para a minha conta do ActivoBank e garanto-te que correu tudo às mil maravilhas sem um único entrave ou pergunta da parte deles. O sistema informático da banca provavelmente nem repara nesses valores irrisórios porque parecem apenas pequenas transferências normais do dia a dia de um cidadão comum. De qualquer forma, convém realçar que isto só funciona bem para quem ganha tostões ou prémios muito modestos com alguma regularidade.
Exatamente, BenBenz, fizeste o clássico método do camuflado e para esses valores pequenos passa quase sempre sem levantar sobrolho nos departamentos de compliance dos bancos! ![]()
A tática do BenBenz serve para tostões, mas para prémios grandes a conversa é outra. Ganhar 2 ou 3 mil euros num casino ilegal e mandar aquilo fracionado para a Caixa ou para o BCP é pedir para ter as Finanças à perna. Nesses valores, a única alternativa viável é usar Skrill ou entrar direto em criptos como Tether ou Bitcoin. O dinheiro fica longe dos olhos do fisco numa primeira fase, mas o verdadeiro desafio é depois converter isso para euros e gastar sem deixar rasto no banco.
@gamerlisboa91 obrigado pela dica valiosa, por acaso já tinha pensado na Skrill mas tinha medo que eles também bufassem as coisas às Finanças cá do burgo. ![]()
Olha que a Skrill e a Neteller são do mesmo grupo e também bufam dados se houver movimentos suspeitos. Se mandas de lá para um banco tuga, ficas com o guito congelado e pedem-te logo a origem dos fundos. Se mostrares extrato de casino ilegal, o banco rejeita e faz report por suspeita de branqueamento de capitais. O cerco apertou imenso e as Finanças andam famintas. É por isso que a malta que joga pesado usa carteiras privadas de crypto e gasta o guito diretamente com cartões de débito internacionais de crypto, sem nunca deixar o dinheiro tocar num banco nacional.
Malta,
Por todas estas razões e mais algumas, aconselho-vos a jogar exclusivamente em plataformas legalizadas.
Tenho plena consciência de que os casinos internacionais têm bónus mais aliciantes e que as taxas de retorno podem ser mais benéficas para os jogadores, mas lembrem-se que os bancos andam cada vez mais atentos a entradas de fundos vindos de países exóticos… e isso qualquer que seja o valor.
Depois não digam que eu não avisei. ![]()